BARRAS| Inconformado, ex-secretário chama eleitores de burros e critica gestão por trabalhar

BARRAS| Inconformado, ex-secretário chama eleitores de burros e critica gestão por trabalhar



A gestão do atual prefeito Edilson Sérvulo tem muitos desafios pela frente. Falta de iluminação, trânsito caótico, comércio informal desorganizado, insegurança da população, uso de drogas, etc. Somado a isso terá que conviver com ex-funcionários inconformados, que torcem pelo fracasso da administração e tentam caluniar e macular a imagem da família do prefeito.

O ex-secretário de Cultura de Barras, Germano Filho, é uma dessas pessoas que, abusando da liberdade de expressão, tenta achincalhar, caluniar, utilizar expressões de baixo de calão, para colocar em xeque a imagem dos atuais administradores.

Neste domingo utilizou grupo de whatsapp para mais um vez destilar veneno contra aqueles que são o principal alvo do seu despeito. E o pior, chamou de burros todas as pessoas que votaram no atual prefeito. Mais precisamente 13.825 eleitores.

Vale lembrar que Capote foi eleito com maioria de mais de 3.500 votos. Essa grande diferença mostra a segurança da população em permitir o retorno da administração.

A revolta e o amargor das palavras do secretário pode ser atribuído a dois motivos. O primeiro à magoa que sente por ter sido condenado por espalhar fake news e por usar meios de comunicação para atacar o prefeito com acusações das mais baixas, dignas de pessoas que estão desesperadas com a iminência de perder um cargo público.

A segunda, pela perda do emprego público e porque vai ter que encarar o fantasma do desemprego.

ANTES: Situação da margem do rio Marataoan no Bairro Prainha antes da ação da prefeitura


A situação difícil pela qual vai passar, após a derrota esmagadora nas urnas, não justifica que ele se volte contra o irmão do prefeito, atual secretário de Administração, Wilson Sérvulo, um rapaz trabalhador, sério, humilde e honesto e que só tem um propósito em mente desde que ganhou a eleição: trabalhar em prol da cidade e da população.

Definitivamente, o secretário nunca deve ter conversado com Wilson Sérvulo, que é uma pessoa conhecida pelo bom trato com os outros, pelo tratamento respeitoso que dispensa a todos, por ser bom administrador, organizado, gentil e querido por todas as pessoas com quem se relaciona. Não merece as palavras injuriosas pronunciadas contra ele.
Wilson durante celebração religiosa na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição com a esposa Scharlet Sérvulo


Gestão é criticada por estar trabalhando
Diferente do ex-secretário, Wilson nunca foi condenado, só está incomodando por querer trabalhar. A primeira ação de Wilson quando assumiu a função foi mandar fazer o roço da estrada PI 113. Esse serviço antes era feito pela população que se reunia em mutirão, temendo os acidentes. O poder público municipal se eximia desse serviço. A gestão iniciou em um sábado e foi a gestão foi criticada por trabalhar no sábado e também no domingo.

O ex-secretário, nesse áudio que circulou em grupos de aplicativo, chegou ao cúmulo de dizer, sem nenhuma fundamentação, que limpar as margens do rio cobertas de lixo, no Bairro Prainha, era lavagem de dinheiro. No local, os tratores foram usados somente para limpeza da área. Não se colocou areia. O projeto de transformar aquele local em área de lazer já existe desde a última gestão do atual prefeito Edilson Capote, que não conseguiu concluir antes do fim do mandato.
DEPOIS: Resultado final da limpeza do rio: banhistas tem acesso facilitado e podem utilizar as margens para lazer


Sem conhecer o projeto, o ex- secretário de Cultura fala sobre agressão ao meio ambiente, mas não se preocupou quando a gestão para qual trabalhava construiu quiosques na beira do rio (no estilo dos tão criticados quiosques de Cabeceiras), completamente fora do código de postura do município e das regras ambientais com banheiros e fossas que deverão jogar dejetos quase no leito do rio. Quando o rio encher a água será contaminada com coliformes.
Quiosque construído na gestão passada completamente fora do projeto original de revitalização da orla




Estrutura física pra receber a fossa que contaminaria o rio

Perseguição política na destinação do auxílio cultura da Lei Aldir Blanc
O ex-secretário fala ainda em Polícia Federal, mas vai ter que justificar a utilização dos recursos federais da Lei Aldir Blanc que foram destinados aos profissionais de Cultura. Sobre ele, pesa acusações de utilização de critérios políticos para destinação dos recursos.

Um deles é da Banda Forró dos Tops que protocolou toda a documentação, estava com as contas bancárias organizadas e não recebeu o dinheiro. Segundo um integrante da banda, Rafael Félix, o secretário não enviou o processo da banda para pagamento na secretaria de Finanças. O artista conta que, quando foi questionar o porquê de não ter recebido, o ex-secretário de Cultura gritou: “Suma da minha frente!”.

A quadrilha junina Farrapos teve seu pagamento adiado até o último prazo. A presidente acusa o secretário de perseguição política e afirma não ter recebido todo o valor que teria direito.

Quadrilha junina Farrapos foi uma das últimas a receber o auxílio cultural

Quanto pior, melhor!
O ex-secretário de Cultura não é barrense e pelo que se observa não tem amor à cidade. Ele quer o fracasso da administração? Só pelo fato da gestão que ele pertencia não ter agradado a população e o seu candidato ter sido derrotado nas urnas?

As pessoas que realmente amam a cidade, respeitam a escolha da população e torcem para que o melhor aconteça. Jamais chama os eleitores de burro!

Existe um ditado que diz: os incomodados que se retirem. Se a vontade de trabalhar dos atuais administradores dessa cidade já incomodam nas primeiras ações, é melhor que os incomodados arrumem a mala, peguem uma rural e volte de onde vieram porque o trabalho agora é que começou.

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