Aluno da UFPI diz sofrer sequestro relâmpago e obrigado a participar de assaltos

Aluno da UFPI diz sofrer sequestro relâmpago e obrigado a participar de assaltos

Um suposto sequestro relâmpago causou pânico no jovem Ricardo Felipe, estudante de Medicina da Universidade Federal do Piauí (Ufpi), na manhã da última terça 05/06, na zona Leste de Teresina. Conforme relato no Facebook dele, publicado na noite de ontem, a ação contra o futuro médico aconteceu enquanto ele saía de um restaurante, ficando, por algumas horas, sob a mira de uma arma de fogo e obrigado a participar de dois assaltos.


A informação se espalhou rapidamente e por meio de uma amigo de Ricardo se conferiu na rede social dele, se a publicação era verídica. Até então, o fato contato pela vítima é verdadeiro, inclusive com comentários de amigos e familiares lamentando pelo ocorrido. A questão é que a reportagem não conseguiu, ainda, contatar o estudante para esclarecer alguns pontos sobre o caso, a exemplo do local onde foi deixado, descrição dos suspeitos, registro do crime à Polícia Civil ou Militar e exatamente onde foi abordado.

Em certo momento, Ricardo deixa claro na publicação que perdeu a noção de tempo e espaço durante o período que ficou sob o cárcere dos bandidos. Na ocasião, percursos em becos e várias pequenas ruas foram feitos para que ele não reconhecesse aonde seria levado. “O objetivo era claro e repetido diversas vezes: ser levado para um local bem distante e desconhecido. Ser abandonado lá e talvez morto. Antes disso, ainda sob mira da arma, tive de participar de dois assaltos, um deles envolvendo uma quantia considerável de dinheiro”, esclareceu.

Ricardo foi deixado em um local distante e ajudado por populares, até a chegada da polícia. A assessoria de imprensa do Comando Geral da PM destaca que é preciso saber o local onde a vítima foi abandonada para apontar qual unidade ficou responsável, todavia os relatórios de terça estão sendo analisados. O 5º Distrito Policial (5º DP) não recebeu denúncia do tipo.

Ricardo foi deixado em um local distante e ajudado por populares, até a chegada da polícia.

Fonte: oitomeia

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